(07/09/26) – O céu azul daquela manhã parecia ter acordado com uma coceira. Não era uma coceira de verdade, daquelas que fazem as nuvens se mexerem sem parar, mas uma sensação esquisita, como se algo estivesse fora do lugar. Pilu percebeu isso logo que abriu seus contornos macios para o dia. Lira também percebeu, porque veio deslizando até…
(31/08/26) – O céu azul daquela tarde parecia mais silencioso do que o normal. Não era um silêncio triste, mas um silêncio curioso, como se o próprio céu estivesse prestando atenção em alguma coisa importante. Pilu flutuava devagar, observando as sombras que o sol desenhava nas nuvens. Lira vinha logo atrás, fazendo pequenos zigue-zagues, como se…
(24/08/26) – No alto do céu azul, onde o vento parecia brincar de empurrar pensamentos, vivia Pilu, uma nuvem tão fofinha que até o sol gostava de fazer cócegas nela com seus raios. Pilu era redondinha, macia e tinha um brilho discreto, como se guardasse dentro de si uma alegria que não precisava de barulho para existir. Ela gostava de observar o…
(17/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem carrega uma pergunta na ponta do brilho, estava observando um canto esquecido do universo. Era um lugar onde a luz parecia andar devagar, como se estivesse cansada de iluminar tanto. Lúnio girava ao seu redor, atento, e Póli tentava virar um guarda-sol, mas parecia mais um…
(10/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem guarda perguntas no bolso, estava observando o universo com aquele olhar luminoso de quem percebe que algo não está exatamente no lugar. Ela piscava devagar, como quem tenta ouvir um segredo que…
(06/08/26) – Estela, a estrelinha roxa que brilhava como quem guarda segredos luminosos, estava numa noite particularmente inquieta. Não era inquietação de medo, nem de tristeza. Era aquela inquietação boa, que dá cócegas na curiosidade e faz a gente querer descobrir o que ainda não sabe. Ela piscava rápido, como se estivesse treinando para uma aventura que…
(23/07/26) – Estela era uma estrelinha roxa que brilhava como se tivesse engolido um punhado de amanheceres. Não era grande, nem queria ser. Preferia ser do tamanho exato para caber nos bolsos da imaginação de quem olhasse para o céu. Vivia num canto tranquilo da Via Láctea, onde as constelações conversavam baixinho para não acordar os…
(18/06/26) – Era uma segunda-feira com cara de domingo. O céu estava cinza, a escola parecia mais silenciosa que o normal e até o recreio parecia ter esquecido de tocar o sinal. Túlio, que nunca deixava passar uma oportunidade de transformar o tédio em aventura, estava sentado no banco do pátio, rabiscando nomes no caderno. Escreveu “Túlio” em letras grandes, depois…
(23/04/26) – Tudo começou com uma garrafa de refrigerante jogada no meio do pátio. Túlio estava correndo atrás de Dudu numa brincadeira de pega-pega quando escorregou nela e caiu de bunda no chão. Foi um tombo tão sonoro que até a professora Marli olhou pela janela. Dudu, claro, riu tanto que quase engasgou com o chiclete. Mas Túlio, em vez de ficar bravo, teve uma…
(19/03/26) – Na escola de Túlio, tudo podia virar competição. Quem comia mais rápido, quem pulava mais alto, quem sabia mais nomes de dinossauros. Mas naquela semana, a professora Marli teve uma ideia diferente: um concurso de…
(12/02/26) – Túlio acordou naquela terça-feira com uma ideia que brilhava mais que o sol da manhã: ele queria descobrir onde ficava a tal biblioteca secreta da escola. Diziam que existia uma sala escondida, cheia de livros que ninguém mais lia, com histórias tão antigas que até os fantasmas tinham medo de abrir. Claro que isso…