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Bem-estar

Rir é um bom remédio para lembrar que nada é definitivo

(24/08/26)

Rir é um bom remédio para lembrar que nada é definitivo. Você já deve ter ouvido frases como “rir é um bom remédio” ou “rir faz bem”. E há muita verdade nisso. O riso não resolve os problemas, mas os torna mais leves. Quando conseguimos rir de nós mesmos ou da situação, tiramos um pouco do peso que carregamos e abrimos espaço para enxergar outras perspectivas. Lembramos que tudo passa, que cada fase tem começo, meio e fim.

Quando levamos nossos problemas com seriedade excessiva, o desespero costuma chegar primeiro. A ansiedade cresce, a visão se estreita e pensamentos pesados invadem a mente. É como estar em um labirinto: quanto mais o nervoso aperta, mais difícil fica encontrar a saída.

Por isso, é tão importante respirar fundo, acalmar a mente e recuperar a clareza. Só assim conseguimos encontrar soluções. Algumas situações se resolvem rápido; outras exigem tempo, paciência e persistência. Mas, com foco, fé e esperança, vamos nos organizando e superando os desafios.

O humor pode ajudar muito nesse processo. Não como solução, mas como uma luz que entra pelas frestas, lembrando que a vida não é só peso. O riso não apaga o problema, mas devolve força para enfrentá-lo.

Quando a preocupação aperta, vale buscar válvulas de escape: assistir a algo leve ou divertido, fazer exercícios, ouvir música, brincar com os filhos, passear com o cachorro, qualquer coisa que traga prazer e respiro.

Às vezes, tudo o que precisamos é de um instante de leveza para lembrar que seguimos capazes.

 

Proteja sua paz: ela vale mais do que agradar quem te faz mal

Nem sempre podemos escolher as pessoas que fazem parte do nosso convívio, e a família é um desses casos. Infelizmente, laços de sangue não garantem que alguém realmente queira o nosso bem. Existe uma romantização em torno da ideia de família perfeita, como se todos vivessem dentro de um modelo idealizado, quase sagrado. Mas a realidade é bem diferente.

Às vezes, encontramos mais acolhimento em alguém sem qualquer parentesco do que em pessoas que compartilham nosso sobrenome. Em muitos lares, a convivência vem carregada de competição, comparação e falta de escuta. Você tenta desabafar, a pessoa até ouve, mas logo puxa o assunto para si, como se sua dor fosse apenas uma pausa para que ela fale da própria vida.

Conviver com pessoas assim drena energia, rouba a leveza e nos faz duvidar de nós mesmos. Não se trata de exigir otimismo forçado ou mascarar a realidade. É sobre reconhecer que algumas presenças iluminam, enquanto outras trazem nuvens carregadas de pessimismo. E que proteger a própria paz é um ato de maturidade, não de egoísmo.

A reciprocidade nas relações é fundamental

Antes de escolhermos nossas relações, sejam afetivas ou de amizade, precisamos ter um bom relacionamento com nós mesmos, pois quem não se ama, não é gentil, generoso e leve consigo, dificilmente será com os outros.

Nesse sentido, é importante rir de si mesmo e rir com os outros das situações do cotidiano. Construir relacionamentos saudáveis, jogar conversa fora, sem julgamentos ou comparações. Não se trata apenas de procurar pessoas legais e divertidas, mas também de ser essa companhia agradável para os outros.

Por isso, a reciprocidade é essencial. Como costumam dizer, precisa ser uma via de mão dupla. Quando apenas um lado cede, investe e se preocupa com a qualidade da relação, enquanto o outro apenas suga, exige, entrega pouco e ainda coloca a pessoa para baixo, esse vínculo deixa de valer a pena. Como diz um ditado antigo, é melhor andar sozinho do que mal acompanhado.

Assim, seja a sua melhor companhia. Trate-se com respeito, amor, leveza e boas risadas. Tudo o que tiver que acontecer, acontecerá no seu tempo.

XXXXXXXXX (PGIA)

Redação Sabeis – X

Juliana Lima

Redação Sabeis – Bem-Estar